Há 98 anos, Mahatma Gandhi, o rebelde da paz, era condenado a seis anos de prisão


Mahatma Gandhi. (FOTO/ Getty Images).

No dia 18 de março de 1922, Mahatma Gandhi foi condenado a seis anos de prisão. O rebelde foi julgado por uma corte britânica na Índia e foi acusado de insubordinação, no qual foi culpado pela violência em um protesto ordenado por ele.

O líder pacifista ficou conhecido ao se declarar contra o governo colonial britânico na Índia após a Primeira Guerra Mundial. Em 1919, sua revolta começou. A partir da Lei Rowlatt, Gandhi passou a motivar à desobediência a autoridade. De acordo com a lei, os direitos civis dos indianos seriam restringidos e seria permitido prender qualquer suspeito por insubordinação, mesmo sem existir um julgamento.

Com o Massacre de Amritsar, em 1920, sua oposição ganhou força. Naquele ano, soldados britânicos atearam fogo em diversos indígenas que protestavam de forma pacífica contra o governo. O líder foi apoiado por diversas pessoas que abandonaram seus empregos no serviço público e também se mostraram contra as medidas da corte britânica. Ele foi condenado a seis anos de prisão e seria libertado após dois anos devido a uma apendicite aguda, precisando de uma operação urgente.

Em 1929, aos 60 anos, Gandhi voltou a lutar pela libertação da Índia. Dois anos depois, o manifestante foi preso novamente por crimes políticos e só ganharia liberdade no ano seguinte porque temiam por sua vida, já que o pacifista insistia em fazer diversos jejuns por longos períodos.

Com o passar dos anos, o Congresso fez de tudo para reprimir cada vez mais os opositores. Em 1942,  Mahatma e a esposa foram presos. A mulher faleceu no início de 1944 e, em maio do mesmo ano, Gandhi foi solto devido às advertências médicas e pressão pública.
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Com informações do Aventuras na História.

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