13 de julho de 2026

XXV Semana de História da URCA tem como tema o país que não está no retrato

 

(FOTO | Reprodução).

Por Nicolau Neto, editor 

Entre os dias 17 e 21 de agosto, a Universidade Regional do Cariri (URCA) realizará, no Campus Pimenta, em Crato, a XXV Semana de História, que nesta este ano terá como tema "Um país que não está no retrato: para que o Brasil pertença aos brasileiros". A finalidade é ampliar o debate acerca da formação da sociedade brasileira, valorizando a diversidade cultural e promovendo reflexões sobre identidade, memória, pertencimento e inclusão.

A arquitetura pública e o urbanismo não podem ser uma franquia de escritórios

 

Alexandre Lucas. (FOTO | Acervo pessoal).


Por Alexandre Lucas, Colunista

A arquitetura pública e a urbanização devem atender ao interesse público. Isso, que parece óbvio, ainda é uma realidade distante dos mecanismos de controle e participação social no planejamento urbano e na concepção dos prédios de órgãos públicos, apesar de existir uma prerrogativa a partir de alguns marcos legais, como o Estatuto das Cidades e os Planos de Desenvolvimento Urbano.

12 de julho de 2026

14° Congresso Nacional de Pesquisadores(as) Negros(as) ocorrerá entre 28 e 31 de julho

 

(FOTO | Marcello Casal JR | Agência Brasil).

Entre os dias 28 e 31 de julho, o campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB) acolherá o 14º Congresso Nacional de Pesquisadores(as) Negros(as), o Copene.

10 de julho de 2026

Ana Ruty Paz lança livro  "Apenas Palavras" no Terreiro do Coletivo Camaradas

 

Ana Ruty. (FOTO | Reprodução | WhatsApp).

O território da palavra ganha um novo marco no Cariri. No dia 25 de julho, às 17h30, a escritora cratense Ana Ruty Paz lança seu primeiro livro de poesia, Apenas Palavras, no Terreiro do Coletivo Camaradas, na comunidade do Gesso, no Crato. A obra, publicada pela editora Taup , reúne versos que transformam a experiência de ser mulher, negra, mãe e trabalhadora da cultura em um território de afeto, memória e resistência.

9 de julho de 2026

Professor Nicolau Neto promove Oficina de Educação Antirracista por meio da Arte afro-brasileira na ARCA

 

Nicolau Neto e educadores(as) do projeto ARCA. (FOTO | Silvan Mendes).


Por Valéria Rodrigues, Colunista 

A arte afro-brasileira como instrumento de transformação social e de educação antirracista foi o eixo central da oficina "Educação e Arte Afro-Brasileira: Memória, Ancestralidade, Resistência e Identidade", destinada aos educadores do Projeto ARCA. Pensada e desenvolvida pelo professor Nicolau Neto, a formação propôs uma reflexão acerca do papel da arte afro-brasileira na construção de uma educação mais inclusiva, democrática e comprometida com a valorização da diversidade.

Pesquisa autodeclaratória aponta que 13% dos estudantes da Escola Padre Luís Filgueiras são pretos

 

EEMTI Padre Luís Filgueiras. (FOTO | Professor Nicolau Neto).

Por Nicolau Neto, editor

No mês de memória, mobilização e celebração da luta das mulheres negras, o blog Negro Nicolau divulga os dados da pesquisa autodeclaratória cor/raça desenvolvida pelo quarto ano quarto ano consecutivo pelo professor Nicolau Neto na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Padre Luís Filgueiras, em Nova Olinda, na região do cariri cearense.

5 de julho de 2026

Cem anos de Frantz Fanon: um ancestral entre os seus

 

(FOTO | Reprodução).

É a dimensão ancestral, o maior pulso de conexão artística na exposição “Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon”, no Museu das Favelas. Na direção artística da exposição, cuja curadoria assino ao lado de Jairo Malta, a exposição convoca o psiquiatra Fanon não como monumento da teoria crítica, mas como força em circulação no presente. Ao refletir sobre a cultura nacional argelina, Frantz Fanon argumentou que a luta reintegraria os antepassados não como figuras de museu, mas como presenças vivas capazes de orientar um povo em marcha.

3 de julho de 2026

Os gestores e parlamentares na era Farma Aura

 

Alexandre Lucas. (FOTO | Acervo pessoal).


Por Alexandre Lucas, Colunista 

De tempos em tempos, o modo de produção capitalista reinventa processos de alienação em massa. A indústria cultural reproduz a lógica da dominação a partir de mecanismos simbólicos. Na concepção marxista, dois conceitos estão intimamente interligados dentro dessa perspectiva: forma e conteúdo. A febre da Farma Aura entre crianças e adolescentes é característica desse modus operandi, que utiliza o sensorial (estético) como ferramenta de engajamento social para o processo de alienação. Esse fenômeno vem sendo apropriado por gestores e parlamentares, que dão nova roupagem às suas narrativas, gerando um esvaziamento no debate das políticas públicas e da reflexão social.