Cem dias Sem Ministério da Educação, por Idilvan Alencar


Idilvan Alencar (a esq.) e Ricardo Velez (a dir). (FOTO/Reprodução).

Nesta segunda-feira, 08, por rede social, o presidente Bolsonaro (PSL) anunciou a demissão do então ministro da Educação, segunda-feira (8) a demissão do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez. Usando o mesmo meio, foi informado que Abraham Weintraub, assumirá a pasta.

Weintraub era secretário-executivo da Casa Civil, cargo considerado o "número 2" da pasta de Onyx Lorenzoni. Ele foi um dos principais articuladores da previdência que sofre fortes resistência dos movimentos sociais, pois atinge de forma negativa os mais pobres.

O ex-secretário da Educação do Ceará e deputado federal eleito em outubro último, Idilvan Alencar (PDT/CE), comentou o fato. Para ele, foram “cem dias literalmente desperdiçados” e que "já passou da hora de tratar a educação brasileira com a devida urgência e prioridade que ela necessita".

Abaixo integra da nota de Idivan lançada em sua rede social.

Cem dias Sem Ministério da Educação
Em quase cem dias de gestão do Ministério da Educação o que temos de concreto é que o Presidente da República demitiu o ministro e nomeou o próximo. Cem dias literalmente desperdiçados. 
Todas as notícias do período foram exclusivamente sobre disputas ideológicas, falta de gestão e políticas sem qualquer conexão com as urgências da educação no País. Nenhum diálogo foi feito com os que entendem do tema, como professores, diretores escolares, secretários municipais e estaduais, alunos, entidades da sociedade civil que estudam e trabalham na área.  
Diante desse quadro de paralisia total do MEC e com a nomeação do novo ministro, estou protocolando requerimento na Comissão de Educação da Câmara convocando o senhor Abraham Weintraub, novo titular da pasta, para apresentar o seu plano de trabalho. 
Já passou da hora de tratar a educação brasileira com a devida urgência e prioridade que ela necessita”.

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