![]() |
| Maria Viana. (FOTO | Reprodução | Instagram). |
Por Nicolau Neto, editor
A agricultora Maria Viana Sousa, conhecida popularmente por Linda, residente no município de Assaré, no interior cearense, foi vítima de racismo.
![]() |
| Lívia Nascimento. (FOTO | Acervo Pessoal). |
Por Nicolau Neto, editor
O mês de julho é dedicado a celebrar a mulher preta. O dia 25, por exemplo, é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, data que teve origem em 1992 no 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, realizado em Santo Domingo, na República Dominicana, sendo instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU).
![]() |
| Érika Lizandra Alencar, pesquisadora da Universidade Federal do Cariri (UFCA). (FOTO | Reprodução | WhatsApp). |
Nesta segunda-feira, 29, o Coletivo Camaradas iniciará o processo de Cadastramento de Organizações e Órgãos Públicos localizados no Território Criativo do Gesso. O objetivo do cadastro é criar um mapeamento territorial, visando articulação em rede entre sociedade civil e poder público. O Território Criativo do Gesso teve início em 2015 e é constituído dos Bairros São Miguel, Pinto Madeira, Santa Luzia, Palmeiral e Centro.
![]() |
| Flores foram lançadas perto de uma ponte da qual a polícia francesa jogou as vítimas na água | Foto: Annegret Hilse / AFP / CP. |
A delegação olímpica da Argélia jogou rosas no rio Sena durante o desfile de inauguração dos Jogos de Paris, em memória das vítimas da repressão policial às manifestações independentistas de 17 de outubro de 1961, um gesto pouco habitual nesse tipo de evento.
![]() |
| A educadora Givânia Maria Silva coordena o Coletivo Nacional de Educação da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (CONAQ). (FOTO | Divulgação). |
O Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, que no Brasil também homenageia a líder quilombola Tereza de Benguela, comunica para o mundo desde 1992, quando a data foi reconhecida pela ONU, o valor e a atenção necessária para as demandas dessas mulheres. Givânia Maria Silva, uma educadora quilombola que coordena o Coletivo Nacional de Educação da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (CONAQ), fala sobre a data comemorada nesta quinta-feira (25).
![]() |
| Professora Liliane Rosado. (FOTO | Arquivo Pessoal). |
Por Nicolau Neto, editor
A professora, historiadora e ativista dos movimentos sociais, Liliane Rosado, do município de Assaré, na região do cariri cearense, é uma das figuras mais respeitadas no campo da educação, sobretudo por sua atuação e luta em defesa dos direitos das mulheres.
![]() |
| Zuleide Queiroz. (FOTO | Acervo pessoal). |
Por Nicolau Neto, editor
Recentemente foi veiculado que a professora Universitária Zuleide Queiroz, vinculada a Universidade Regional do Cariri (URCA), era um dos nomes cotados para compor a chapa de André Barreto (PT) para a disputa do executivo no município de Crato.
![]() |
| Silvânia (à esquerda) e Késia. (FOTO | Reprodução | Montagem | blog Negro Nicolau). |
Por Nicolau Neto, editor
Desde a emancipação política ocorrida em 1958, o poder executivo só teve duas mulheres disputando o cargo de prefeita. A primeira se deu em 2011 durante a eleição suplementar. Naquela oportunidade, a farmacêutica Andréia David (antigo DEM) foi derrotada pelo empresário Delvamberto Soares (PSB). 9 anos depois, foi a vez da empresária Késia Alcântara (PDT). Em 2020, ela sofreu derrota nas urnas para o caminhoneiro Dariomar Rodrigues (PT) que conseguiu a reeleição.