10 de junho de 2019

The Intercept publica mensagens entre Moro e Dellagnol nos bastidores da Lava Jato


Moro. (FOTO/Reprodução/CartaCapital/ABr).

Um vazamento de mensagens entre o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dellagnol, feito pelo site The Intercept, provaria que o ex-juiz federal e o procurador do Ministério Público Federal colaboraram entre si quando faziam parte da força-tarefa da Operação Lava Jato.

9 de junho de 2019

Explorando nossa história. Conheça Joana Guimarães, 1ª reitora negra em uma universidade federal no Brasil


Joana Guimarães Luz / Foto: Sirc - Divulgação - Reprodução.

Das memórias mais vivas da infância, Joana Guimarães Luz gosta especialmente de se lembrar de uma: a fome da mãe pela leitura. “Na minha cabeça ficou a imagem dela devorando Monteiro Lobato em uma tarde quente na nossa primeira casa, no interior da Bahia.” Joana, que hoje, aos 61 anos, é reitora na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Itabuna, é a primogênita de uma família de seis filhos que se mantinha com o plantio e a colheita de cacau em fazendas no interior do estado. Mais precisamente em Itajuípe, cidadezinha de 21 mil habitantes. “Vivíamos na roça, mas um dia minha mãe decidiu nos levar para Salvador, onde teríamos uma educação melhor e chances de sair da miséria. Eu tinha uns 9 anos. No fundo, ela sabia que só a educação nos salvaria. Foi justamente o que aconteceu. Todos os meus irmãos seguem profissões sólidas originadas na faculdade”, conta ela.

Copa do Mundo de Futebol Feminino: a trajetória de preconceito e descrença antes de Formiga e Marta


Decreto de 1941 determinava que 'às mulheres não se permitirá a prática de
desportos incompatíveis com as condições de sua natureza'.
(FOTO/Ney Montes/Acervo Pessoal).

Quando a seleção brasileira feminina de futebol estrear nos próximos dias pelo mundial da categoria, entrará em campo com ela a sombra das pioneiras do esporte no país, que enfrentaram pobreza, descrença, machismo, ofensas e altas doses de amadorismo para pavimentar a estrada que Formiga e Marta podem trilhar hoje em terras francesas.

Juíza suspende bloqueios do MEC nas universidades federais


Abraham Weintraub, Ministro da Eduação.
(FOTO/Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Uma juíza da 7ª Vara Federal, localizada em Salvador, suspendeu, na noite desta sexta-feira 07, os cortes do Ministério da Educação nos gastos discricionários, que chegaram a 30% do orçamento previsto. O pedido foi feito pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (DCE/UnB) e também conta com outras ações cíveis contra o anunciado pelo ministro Abraham Weintraub.

8 de junho de 2019

Senado deve derrubar projeto de Bolsonaro que beneficia infratores de trânsito


Bolsonaro pilota moto com viseira do capacete levantada,
o que hoje configura infração de trânsito (Reprodução).
 

O projeto de Jair Bolsonaro que altera inúmeros pontos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que foi entregue à Câmara no início da semana deverá ter dificuldades para ser aprovado no Senado.

Mais de 16 cidades do Ceará irão contar com atos contra a reforma da Previdência neste dia 14 de junho


Ato contra corte de verbas na educação e contra a reforma da Previdência
em Nova Olinda no dia 15 de maio. (FOTO/Nicolau Neto).


Texto | Nicolau Neto

Um levantamento da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) e publicado em seu sítio consta que ao menos 18 cidades do Estado do Ceará terão atos contra a reforma da Previdência.

7 de junho de 2019

Conheça 12 sites/blogs voltados para a história e cultura afrodescendente e indígenas


Painel com seis dos doze sites voltados para a história e cultura afrodescendentes
e indígenas. (FOTOMONTAGEM/Nicolau Neto).

Texto | Nicolau Neto

A mídia tradicional brasileira não é diversa. A maioria dos programas jornalísticos da televisão não conta em suas bancadas com representatividades negra e, ou indígena.

Índios e quilombolas são recebidos com bala de borracha e bombas de gás em Brasília


Índios e quilombolas são recebidos com balas de borrachas e bombas de
gás em Brasília. (FOTO/Reprodução RBA).

O objetivo era chegar em Brasília para cobrar providências sobre os cortes na Bolsa Permanência, que auxilia estudantes indígenas e quilombolas alunos de universidades federais. A defesa da demarcação de terras e a recuperação do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena no Sistema Único de Saúde (SasiSUS), extinto em março pelo governo de Jair Bolsonaro, eram também pautas dos povos quilombolas e indígenas que estiveram na capital federal na última terça-feira (4). A mobilização ocorreu dois meses após o acampamento Terra Livre, realizado em abril, também na capital federal. Porém, as coisas não saíram como os quilombolas e indígenas esperavam, e eles foram recebidos pela polícia militar com bombas de gás e balas de borracha.