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| A professora Érica Bispo. (FOTO | Renner Boldrino | Divulgação). |
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| A professora Érica Bispo. (FOTO | Renner Boldrino | Divulgação). |
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| Professor Nicolau Neto durante formação em Educação para as Relações Étnico-Raciais para professores de Assaré. (FOTO | Alisson Dentinho). |
Por Valéria Rodrigues, Colunista
"O que falta para que a educação antirracista seja uma realidade nas escolas públicas e particulares do país?” foi com esse questionamento que Nicolau Neto, professor de História da rede estadual de ensino do Ceará, iniciou e concluiu a formação em Educação para as Relações Étnico-raciais para professores do município de Assaré, no cariri cearense, na tarde desta sexta-feira, 10. A formação é parte integrante do curso "Letramento Racial – Práticas Antirracistas em Sala de Aula”, pensado, estruturado e ministrado por ele.
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| URCA. (FOTO | Reprodução). |
Por Nicolau Neto, editor
A partir da temática “a literatura afro-brasileira no combate ao racismo nas escolas públicas do cariri”, o Núcleo de História e Cultura Afro Indígena e Africana (NIAFRO), vinculado ao departamento de História da Universidade Regional do Cariri (URCA), realizará entre os dias 18 e 19 de novembro a 2ª edição do Ciclo de Palestras Formativas.
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| Idilvan Alencar. (FOTO | Reprodução). |
Em artigo publicado nesta quarta-feira (8/10) no Jornal O Povo, o deputado federal Idilvan Alencar (atualmente licenciado para dirigir a Educação de Fortaleza) faz uma série de alertas aos servidores públicos sobre os riscos da Reforma Administrativa, que começou a tramitar na Câmara dos Deputados. Ele classifica a proposta como uma “ameaça à estabilidade e risco de perseguição aos servidores”.
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| (FOTO |Lucélia Muniz). |
Na manhã desta segunda-feira (6), foi inaugurada a Cozinha Comunitária do Povo Kariri, iniciativa vinculada ao Programa Ceará Sem Fome, do Governo do Ceará. O equipamento funciona na sede da Organização dos Povos Indígenas da Serra do Catolé (ORPINC), no Horto, em Juazeiro do Norte, e integra as ações da Associação Cristã de Base (ACB), responsável pela gestão da unidade.
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| (FOTO | Reprodução). |
No Brasil, os professores perdem, em média, 21% do tempo de aula para manter a ordem em sala. Ou seja, a cada cinco horas de aula, uma hora é perdida para conseguir a atenção dos estudantes. O dado é da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) 2024, divulgada nesta segunda-feira (6), pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).