![]() |
| (FOTO | Reprodução | WhatsApp). |
_________
Texto encaminhado ao blog por Gabrielly, do blog do Boa.
![]() |
| (FOTO | Reprodução | WhatsApp). |
_________
Texto encaminhado ao blog por Gabrielly, do blog do Boa.
![]() |
| Movimento Negro Unificado comemora 45 anos de luta e resistência. (FOTO | Divulgação | MNU). |
Há
45 anos, em 7 de julho de 1978, o Movimento Negro Unificado (MNU) tomava as
escadarias do Theatro Municipal de São Paulo, no centro da cidade, após fundar
o grupo em 18 de junho do mesmo ano, em pleno regime militar. O ato público
reuniu aproximadamente duas mil pessoas com uma missão em comum: combater o
racismo.
O
ato histórico marcou o começo de um movimento que a partir do ativismo e da
organização e articulação política, colaborou para diversas conquistas para a
população negra brasileira. Desde a sua criação, o MNU tem se firmado como uma
importante referência de luta e resistência.
Segundo
Priscilla Mina, de 41 anos, que faz parte do MNU há mais ou menos dez anos, o
lançamento do movimento em frente ao Theatro, foi uma quebra de barreiras.
“Principalmente por sermos negros, e historicamente, aquele não ser normalmente
o nosso lugar. Então foi um momento muito emocionante e que abriu portas para
estarmos onde quisermos“, disse ela.
A
ativista destaca quais são as conquistas mais significativas do MNU ao longo
dos anos. “As maiores conquistas foram: a
lei de cotas, a lei que obriga o ensino da cultura e história afro-brasileira e
o dia 20 de novembro, dia da consciência negra“, conta Priscilla.
A
ativista também afirma que de forma bem ativa, o MNU atua realizando reuniões
de equipe, com os ministérios em Brasília levando as propostas, e também na
rua. Segundo ela, há muitas discussões dentro do movimento quanto ao que mais
pode ser feito, principalmente no âmbito político, e destaca a importância de
ter pessoas negras tomando as decisões sobre a população negra.
“Quando
a gente fala sobre as leis que envolvem a gente, são feitas por pessoas
brancas. Então eu acho que nada mais justo que nós estejamos lá no poder“,
diz Priscilla.
O
lançamento do MNU contou com grandes nomes da luta antirracista, entre eles,
Beatriz Nascimento, Lélia Gonzalez, Abdias do Nascimento, Hamilton Cardoso.
_______
Com informações do Notícia Preta.
![]() |
| Torcidas do Ceará e do Fortaleza estão entre as 20 maiores do Brasil. (FOTO | GloboEsporte.com). |
O Flamengo segue sendo a maior torcida do
Brasil, com uma preferência de quase 30%. Em pesquisa do IBGE, o time
Rubro-Negro acumula aproximadamente 42 milhões de torcedores. Além da maior
torcida, o Flamengo conta também como preferido nas regiões Nordeste,
Centro-Oeste e Norte.
Seguido
dele, o Corinthians conta com cerca
de 30 milhões de torcedores espalhados pelo mundo, e representa 15% de todo o
Brasil. Além de ocupar a segunda posição, é também a maior torcida da região
Sudeste.
A
terceira posição é ocupada pelo São
Paulo, com mais de 17 milhões de fãs. Em quarto, o Palmeiras, que tem contado com um crescimento no número de
torcedores, graças as conquistas de títulos mais recentes, já conta com 12
milhões de pessoas na torcida e quase 8% de preferência do público.
Completando
os cinco maiores, o Vasco tem mais
de 8 milhões de torcedores espalhados, representando 7% dos torcedores
brasileiros. O Grêmio vem logo em
seguida, sendo o primeiro fora do Rio de Janeiro e de São Paulo a aparecer na
lista.
Confira o ranking completo das maiores
do Brasil:
1 -
Flamengo: 45,28 milhões
2 -
Corinthians: 32,20 milhões
3 -
São Paulo: 17,03 milhões
4 -
Palmeiras: 15,37 milhões
5 -
Vasco: 8,72 milhões
6 -
Grêmio: 6,64 milhões
7 -
Cruzeiro: 6,44 milhões
8 -
Internacional: 4,57 milhões
9 -
Santos: 4,57 milhões
10 -
Atlético-MG: 4,36 milhões
11 -
Bahia: 3,53 milhões
12 -
Botafogo: 2,70 milhões
13 -
Fortaleza: 2,70 milhões
14 -
Sport: 2,49 milhões
15 -
Fluminense: 2,28 milhões
16 -
Paysandu: 1,86 milhão
17 -
Ceará: 1,66 milhão
18 -
Vitória: 1,45 milhão
19 -
Seleção Brasileira: 1,45 milhão
20 -
Santa Cruz: 1,24 milhão
_____
Com informações do Lance.
![]() |
| (FOTO | Lula Marques | Ag. Brasil). |
Por
382 votos a 118, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (6), em
primeira votação, o parecer da reforma tributária (PEC 45/19) apresentado ontem
pelo relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A aprovação da reforma requer
a apreciação pelo plenário em dois turnos.
O
líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou que a reforma é uma
das prioridades do governo Lula e que o objetivo é votar a proposta em dois
turnos ainda hoje. “A reforma tributária
tem eixos centrais que ajudam na retomada e no crescimento do Brasil”,
disse.
Pouco
antes das 23h desta quinta, o plenário manteve o texto da reforma, diante de um
destaque supressivo proposto pelo União Brasil. O texto do partido tirava da
reforma a tributação progressiva sobre heranças, um dos dispositivos propostos
para promover maior justiça fiscal. Nessa votação, o texto do relator foi
mantido, por 317 votos a favor, e 170 contra, com quórum de 487 deputados. O
destaque do União Brasil, portanto, foi rejeitado.
Outros
destaques propostos pela oposição, tentando suprimir pontos da reforma, foram
rejeitados, mostrando a força da base do governo nessa votação, que seguiu
noite adentro.
Simplificação
A
proposta da reforma tributária estabelece a substituição de dois tributos
federais (PIS e Cofins) por uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS),
gerida pela União. Outros dois tributos (ICMS e ISS) darão lugar ao Imposto
sobre Bens e Serviços (IBS), gerido por estados e municípios. Já o IPI vai
virar um imposto seletivo.
Os
deputados debateram a reforma ao longo de todo o dia. No início da noite, o
relator apresentou uma nova versão para votação do seu parecer. Ribeiro afirmou
que as negociações com o governo federal, estados e municípios, e com diversos
setores econômicos resultaram no “aperfeiçoamento”
do texto, em prol de uma reforma tributária “mais consensual”.
Ele
apresentou, por exemplo, alterações na composição do Conselho Federativo, que
será responsável por centralizar a arrecadação do futuro imposto unificado
estadual e municipal, e do funcionamento da Zona Franca de Manaus (ZFM).
O
deputado Baleia Rossi (MDB-SP), autor da PEC 45/19, clamou aos deputados pela
aprovação. “Vamos fazer história neste parlamento. Vai ser a primeira reforma
tributária da era democrática do nosso país. Não é pouca coisa, por isso peço o
apoio de todos. E que a gente consiga entregar ao povo brasileiro uma reforma
justa, que possa significar a retomada do crescimento, do aumento do PIB,
porque isso vai gerar emprego e renda para todos os brasileiros.
Durante
a discussão, setores da oposição – principalmente o PL e o Novo – tentaram
adiar a votação da proposta. Alegavam não terem tido o tempo necessário para
analisar as mudanças propostas pelo relator. “Não é justo, não é seguro, a gente apreciar uma matéria de tamanha
complexidade com tanta mudança. Se nós formos cometer uma injustiça, com um
setor que seja, essa matéria não deve ser votada”, afirmou o líder do PL,
Altineu Côrtes (RJ). A maioria do plenário, no entanto, derrubou o pedido para
adiar a votação.
“Aqueles que são contrários estão escondidos
sob o manto do adiamento, porque são contrários ao desenvolvimento do Brasil, e
não tem compromisso sequer com o seu governador de São Paulo”, afirmou o
líder do governo, José Guimarães (PT-CE). Ele se referia à vaia que Tarcísio de
Freitas recebeu ao defender a aprovação da reforma durante encontro com
parlamentares do PL pela manhã. Nesse sentido, Guimarães ressaltou que o texto
da reforma isenta de impostos a cesta básica, protegendo principalmente os mais
pobres.
“O Brasil precisa dessa reforma, que ainda
não seja uma reforma completa”, defendeu Alencar Santana (PT-SP),
vice-líder do governo. Para ele, a proposta está “madura” e foi amplamente discutida, não internamente, mas também
com a sociedade. Ele afirmou que mudanças na tributação sobre a renda entrarão
em debate após a conclusão da primeira parte da reforma.
“A primeira parte da reforma tributária nós
fizemos. É simplificar a tributação no país, para que possamos trabalhar contra
a guerra fiscal”, afirmou o deputado Bohn Gass (PT-RS). “Queremos gerar empregos, diminuir custos,
desburocratizar e acabar com a sonegação”, acrescentou.
No
entanto, assim como Alencar Santana, ele também ressaltou que a reforma
tributária não termina com a simplificação do consumo. “Tem lucros, dividendos, tem grandes propriedades e altas riquezas que
não são tributadas“.
Confira abaixo pontos da reforma
considerados avanços no combate à injustiça fiscal
1 –
Jatinhos, jetski e iates vão pagar IPVA como você que tem carro.
2 –
Criação da cesta básica nacional com imposto zero.
3 –
Cashback pra população de menor renda.
4 –
Simplificação do imposto pra micro e pequenas empresas.
5 –
Fim das isenções fiscais que beneficiam os grandes lobbies.
6 –
Imposto menor pra insumos pra pessoas com deficiência.
7- Imposto
menor para absorventes.
8 –
Transparência, imposto detalhado na nota fiscal.
9 –
Menos imposto pra saúde/medicamentos, educação e transporte público.
___________
Com informações da RBA.
![]() |
| Professor Nicolau Neto. (FOTO | Valéria Rodrigues). |
Por Nicolau Neto, editor
Nos
dia 13 e 26 de maio de 2021, mês em que as atenções se voltaram para relembrar
e debater os 133 anos da abolição inconclusa da escravização no Brasil, ocorreu
no município de Altaneira, no cariri cearense, e no formato remoto por conda da
pandemia, a apresentação do Plano de Combate ao Racismo e de Promoção da
Equidade. A ação partiu deste professor e fundador do blog, Nicolau Neto.
No
dia 13 a ação se deu junto às secretarias de governo, de educação, de cultura,
além de contar com a participação de diretores/as e coordenadores/as das
escolas no município, de formadores/as educacionais e de representantes do
Sindicato dos Servidores Municipais (Sinsema). Já no dia 26 a apresentação foi
para o poder legislativo.
Nas duas
oportunidades, destaquei, conforme já publicado na Coluna de Valéria, que o
documento foi construído entre agosto e setembro de 2020, mas que não era o
fim. O momento era para que com as discussões fossem apresentadas novas
propostas visando sua complementação e debater maneiras de implementá-lo no
município.
Afirmei
que a História do Brasil se confunde com a história do processo de escravização
da população negra e indígena e que ao longo dos anos governantes brasileiros,
de imperadores a presidentes, foram responsáveis pela promoção e perpetuação da
desigualdade racial e citei como exemplos a Lei de Terras de 1850 e a Lei da
Vadiagem de 1942.
É
importante dizer que mudar e transformar cada espaço passa necessariamente pelo
combate ao racismo e concomitantemente pela promoção da equidade. Nesse
sentido, é fundamental a construção de ações afirmativas. O enfrentamento as
desigualdades advindas do racismo em todos os setores é uma responsabilidade e
um dever de todos. Tanto o poder executivo municipal quanto o legislativo
precisam assumir seu papel na luta antirracista disseminando o debate a
respeito da questão racial, contribuindo para desarranjar todas as formas de
discriminação e preconceito presentes diariamente.
O
plano está estruturado em apresentação, justificativa e propostas que,
inicialmente, eram oito. Durante as apresentações, mais três propostas foram
sugeridas e incorporadas ao plano. Isso faz com que Altaneira seja o primeiro
município do cariri a contar com um plano de combate ao racismo e de promoção
da equidade.
Realizei
uma checagem com base nas publicações no próprio blog acerca do cumprimento do
plano. Das 11 propostas, apenas 2 foram votadas, aprovadas e sancionadas,
correspondendo a 18%. A primeira delas ainda em 2021. Trata-se da lei nº 819
que instituiu feriado em 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra.
O
feriado deve ser usado “principalmente,
pelos setores públicos do município, para a realização de atividades de
reflexão e conscientização, inclusive, eventos culturais e outros, relacionados
ao fortalecimento e consolidação da edificação de uma sociedade mais justa e
racialmente equitativa.” Este será o primeiro ano da lei que cairá em um
dia útil (segunda-feira).
A
segunda é a Lei nº 870, que cria o Conselho Municipal de Políticas de Promoção
da Igualdade Racial (CMPPIR) sancionada em dezembro de 2022.
O Conselho
será implantado dentro Secretaria Municipal de Assistência Social (no plano
dizia Educação) e terá, dentre outras finalidades "propor, em âmbito municipal, políticas de promoção da igualdade racial,
com ênfase na população negra e em outros segmentos étnicos do Município de
Altaneira, visando combater o racismo, o preconceito e a discriminação
étnico-racial, bem como as desigualdades raciais no aspecto econômico,
financeiro, social, político e cultural".
Outra
proposta que estava prestes a ir a votação era o Estatuto da Equidade Racial.
Segundo diálogo com a vereadora e atual vice-presidente da Câmara de Altaneira,
Rafaela Gonçalves (PT), o projeto de lei está na Comissão Permanente para
análise e emissão de parecer. Ela afirmou que o PL deverá ir pra votação na
volta do recesso parlamentar.
Saiba mais:
Altaneira cria Conselho Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (CMPPIR)
Feriado municipal em Altaneira no dia da Consciência Negra se torna lei
![]() |
| (FOTO | Lula Marques | Agência Brasil). |
Após
ser indicado para diretoria do Banco Central, Ailton Aquino foi aprovado pelo
Senado nesta terça-feira (04) como novo diretor de Fiscalização. Ele é o
primeiro negro a fazer parte da diretoria do BC em quase 60 anos.
O
novo diretor foi aprovado pelo Senado por 42 votos a favor e 10 votos contra e
seu mandato vale por quatro anos, com possível renovação. Além dele, Gabriel
Galípolo também foi aprovado como diretor e os dois são as primeiras indicações
do presidente Lula no órgão.
Ailton
Aquino é advogado, atua no Banco Central desde 1998 e é formado em Ciências
Contábeis, pela Universidade do Estado da Bahia, e Direito, pela UDF Centro
Universitário. Também possui especializações em contabilidade internacional,
engenharia econômica de negócios e direito público. Ele passou por diversos
cargos no órgão, o último foi como Auditor-Chefe.
Na
Sabatina, ele falou sobre seu apoio ao arcabouço fiscal e a redução de taxas de
juros, principalmente a Selic. “Pode ser
um indutor relevante para a redução das taxas de juros no devido momento”,
comentou o novo diretor.
Aquino
e Galípolo são vistos como nomes importantes para a redução de juros na próxima
reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que acontece na primeira
semana de agosto. Eles começam suas novas funções com um cenário positivo, com
inflação em queda, crescimento do PIB e da bolsa de valores.
“Esses movimentos demonstram o grau de
confiança dos agentes econômicos e da população na gestão econômica do atual
governo. Estou confiante que estamos entrando no círculo virtuoso e que o Banco
Central contribuirá na consolidação de um cenário mais alvissareiro na economia
e na sociedade como um todo”, disse Aquino.
_______
Com informações do Mundo Negro.
![]() |
| Fernanda Tomaz durante audiência no Senado Federal. (FOTO | Reprodução | TV Senado). |
Uma
educação mais progressista e inclusiva, que combata a política de apagamento
cultural promovida no Brasil ao longo dos anos com a população negra foi
defendida pelo Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), na última
segunda-feira (03).
A
coordenadora-geral da Memória e Verdade sobre a Escravidão e o Tráfico
Transatlântico do MDHC, Fernanda Thomaz, participou de audiência pública da
Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado para avaliar os 20 anos de
vigência da Lei 10.639/2003, que determina o ensino sobre a história e a
cultura afro-brasileira na grade curricular no país.
De
acordo com Fernanda Thomaz, a educação pode, ao mesmo tempo, ser progressista,
excludente e elitista. “A educação é um
espaço político, mas é também o espaço de conflito e nós iremos batalhar por
uma educação progressista e inclusiva. Sem isso não há democracia e um mundo
mais humano. Lutar por uma educação antirracista é sim lutar por uma sociedade
melhor”, afirmou, após discorrer sobre o caráter escravagista desde a
formação do Brasil e defender a efetiva implementação do ensino de história
negra no país.
“Olhar para o passado é que permite a gente
perceber esse presente e os caminhos para o futuro”, analisou a gestora.
Fernanda
Thomaz questionou, ainda, a necessidade de uma lei de ensino sobre a história e
a cultura afro-brasileira na grade curricular, além das políticas de
branqueamento da população na virada dos séculos 19 e 20, e o histórico de
resistência da população negra, que resultou na própria Lei 10.639, de 2003. A
reunião foi requerida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH, por
sugestão da própria Fernanda Thomaz.
Ensino obrigatório
A
Lei 10.639/2003 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei
9.394, de 2006) para que seja ministrado, em todo o currículo escolar, em
especial nas matérias de artes e de história, conteúdos sobre o passado dos
negros no Brasil.
As
escolas devem tratar da história da África e dos africanos, a luta dos negros
no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade
nacional. A lei também instituiu no calendário escolar o Dia Nacional da
Consciência Negra no dia 20 de novembro.
_____
Com informações do Noticia Preta.
![]() |
| Imagem 1. Jonas de Andrade, o Bilinguim. (FOTO | Reprodução | Internet). |
“No meu
jardim tem uma rosa
Tem uma rosa no meu jardim
No meu jardim tem muitas flores
Foi meu bem que plantou pra mim.”
(Trio
Nortista)
Por César Pereira, Colunista
Quando Jonas de Andrade, o Bilinguim, nasceu no dia 29 de dezembro de 1941, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, começava a sua carreira artística no Rio de Janeiro. No dia 05 do mês de março desse ano o futuro Reio do Baião atuou pela primeira vez num estúdio apoiando a execução da canção “A viagem de Genésio” da dupla Genésio e Januário e no dia 14 de março gravaria suas primeiras músicas: “Véspera de São João” e “Numa Serenata”.