Associação e Fundação ARCA realizará noite cultural neste domingo



A Associação e Fundação Educativa e Cultural ARCA, localizada no município de Altaneira, na região do cariri cearense, realizará neste domingo (01/07), uma Noite Cultural. 

As noites culturais são realizadas todos os anos e tem como uma das principais finalidades, além de proporcionar e divulgar grandes cenários na área da cultura nordestina, arrecadar subsídios financeiros através de bingos para os projetos e atividades desenvolvidas pela entidade.

Em 2012, a Associação Raízes Culturais de Altaneira - ARCA realizou, no centenário de Luiz Gonzaga, um tributo a Gonzagão tendo como premissa a demonstração da riqueza da cultura nordestina retratada pelo Lua, com temas como a seca e religiosidade, muito sustentada através de mitos históricos. 

Foto compartilhada pela comunicadora Michele Alves
na rede social facebook demonstrando os preparativos
para a Noite Cultural.
A noite deste domingo retratará a cultura por intermédio da música, da poesia, das atrações proporcionadas pelos talentos do local e, claro, pelo projeto melodia, um dos alicerces da fundação.

A ARCA que vem a mais de uma década realizando importantes trabalhos no município é uma das grandes referências culturais da localidade e tem como finalidade uma mudança da realidade, tendo como meio a solidariedade e como base o ser humano. Para tanto, vem se norteando a partir de duas dimensões, a saber: A Associação caminha no sentido da geração de renda e a Fundação trilha na área da educação.

O evento está marcado para ter início às 18h30minh na sede da entidade, situada à Rua Padre Agamenon Coelho e deverá movimentar além dos participantes diretos nos projetos, simpatizantes, os comunicadores da Rádio Altaneira FM e demais membros da comunidade.

Análise da II Guerra Mundial (1939 – 1945)


A segunda guerra mundial, um dos mais notáveis conflitos na história da humanidade teve seu alicerce construído das ações e enlaces mal resolvidos do primeiro confronte envolvendo as principais potências europeias na segunda década do século XX. Costuma-se dizer que esta fase de confronto iniciada em 1939 é, não sem razão, uma extensão da corda que começou a ser quebrada anteriormente. Um evento que ao contrário do primeiro teve uma dimensão muito maior, uma vez que a pesar de ter seu nascedouro na Europa, se expandiu e de forma repentina e rápida pelos continentes asiático e africano.

Concorre para tal assertiva o fato de que já década de 30 do século emergiu, na Europa, os regimes políticos subsidiados no totalitarismo, cujas premissas eram norteadas pelos ideais expansionistas militaristas (não necessariamente nessa ordem). Aqui, aparece com grande peso a Itália através de Benito Mussolini implantou o Fascismo. De igual teor, na Alemanha nasceu o nazismo, liderado por Adolf Hitler e que almejava expandir o território, o que, em tese, desrespeitava o que fora acordado no Tratado de Versalhes. Por meio desse regime, os territórios que haviam sido perdidos com o término da I guerra foram incorporados pela a Alemanha.

O período em destaque era para ambos os países europeus sinônimo de grave crise financeira. Desemprego e fome formava esse cenário. Resquícios dos anos 14 e 18, do século XX. Mesmo com soluções tomadas pelos governos nazi/fascistas destes países, como a industrialização, não conseguiu sanar os problemas sociais, principalmente em virtude de que a própria criação de indústrias girou para a fabricação de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc). Tornado, as áreas cada vez mais férteis para o desenrolar do conflito. 

Judeus, um dos grupos perseguidos e torturados nos
campos de concentração durante a II Guerra pelo
regime nazista.
Tomando como base as humilhações impostas à Alemanha, Hitler defendia a hegemonia da raça ariana, alegando que a Alemanha só se reergueria quando os povos se unissem “num só povo, num só império, num só líder”. Outras etnias, como judeus e negros, deveriam ser executadas. Hitler não gostava de judeus, pois afirmava que a Primeira Guerra só fora desastrosa por conta da traição dos judeus marxistas. Além do ódio contra outras etnias, Hitler também defendia o extermínio de testemunhas de Jeová e homossexuais. E comunistas, é claro. Para executar suas ordens, foram criadas as Seções de Assalto (S.A), as Seções de Segurança (S.S.) e a Gestapo (polícia secreta), caminhado para um dos maiores crimes cometidos contra a humanidade, o Holocausto.

No continente asiático, o Japão também almejava se inserir nessa política expansionista por meio da conquista de territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, viriam a se unir e formar o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.

O ano de 1939 é tido como a fase inicial dos confrontos, ao tempo em que o exército alemão invadiu a Polônia. Sem mais delongas, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes no período, formaram-se dois eixos: O primeiro tinha além da Alemanha, o Japão e a Itália. O segundo foi formado por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos.

A segundo guerra teve o seu desenvolvimento percebido em três fases. A primeira se deu entre os anos de 1939 a 1941. Aqui, sai em vantagem o eixo liderado pelos alemães que passaram o Norte da França, Polônia, Ucrânia, Iugoslávia, Noruega, inclusive os territórios localizados ao norte do continente africano. A Itália conquistou territórios pertencentes a Líbia e incorporou a Albânia, ao passo que a Manchúria foi anexada ao Japão. Ainda em 41, nota-se um segundo período. O Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico, Havaí. Tão loco se verifica esse fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado do outro eixo. O terceiro momento se verifica entre os anos de 1941 a 1945. Esse cenário é marcado pelas derrotas do eixo Alemanha-Japão, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Aqui, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas, fortemente influenciada pela entrada dos EUA.

O Brasil também esteve envolvido, uma vez que foi daqui que foram enviadas para a região de Monte Cassino, na Itália os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira - FEB. Calcula-se que cerca 25 mil soldados conquistam a região, somando uma vitória ao lado do grupo liderados pela Inglaterra e França.

O conflito só veio a ter fim em 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Tal ação provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição, sem precedentes nestas cidades.

Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.

Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU (Organização das Nações Unidas), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.

Desafio 3 horas MTB de Altaneira será realizado neste domingo


O município de Altaneira, na região do cariri, será palco na manhã deste domingo, 1º de junho, do I Desafio 3 Horas de MTB.

O MTB, conhecido popularmente no Brasil como Mountain Bike, será praticado nesta competição no circuito do Sítio Poças, local que vem sendo constantemente utilizado, desde a transformação da área, para trilhas. A finalidade do evento é incrementar e difundir essa prática esportiva no município, além contribuir na melhora de qualidade de vida dos participantes. 

Jovens altaneirenses participaram no último dia 25 de um
simulado do desafio MTB. Foto: João Alves.
A competição será realizada de forma descentralizada, visando oportunizar um maior desenvolvimento dentro do circuito e envolverá 09 (nove) categorias, a saber: I – Junior (de 14 a 17 anos); II - Sub 23 (de 18 a 23 anos); III - Sub 30 (de 24 a 29 anos); IV - Master A (de 30 a 39 anos); V - Master B (de 40 a 49 anos); VI - Master C (acima de 50 anos); VII – Feminino (todas as idades); VIII - Turismo Feminino (todas as idades); IX - Ecoturismo: todas as idades.

Os interessados devem preencher, até às 17h desta sexta-feira, 30/05, ficha nas lojas credenciadas e realizar pagamento de taxa equivalente a R$ 50,00 (cinquenta reais), através de depósito na Conta Corrente 700.131-2, Agência 5452 do Banco Bradesco de titularidade de Damião Alan de Sousa.

Premiação

Os cinco primeiros colocados, ao realizar o maior número de voltas em 3 horas, ganhará além de troféus uma premiação em dinheiro que ficará assim distribuída: 1º Lugar: R$ 500,00 (quinhentos reais); 2º Lugar: R$ 300,00(trezentos reais); 3º Lugar: R$ 250,00(duzentos e cinquenta reais); 4º Lugar: R$ 200,00(duzentos reais) e 5º Lugar: R$ 150,00(cento e cinquenta reais); Note-se ainda que os três primeiros colocados de cada categoria, exceto Turismo Feminino e Ecoturismo, também receberão premiação em dinheiro nos seguintes valores: R$ 100,00 (cem reais) para o campeão, R$ 80,00(oitenta reais) ficará com o vice e R$ 50,00(cinquenta reais) será destinado ao terceiro lugar.

Toda a competição está avaliada em R$ 3.000,00 em prêmios e a expectativa é de receber mais de 100 atletas. O horário de início está previsto para ocorrer a partir das 09h da manhã. Alguns jovens que almejam participar da competição já chegaram a realizar no último dia 25/05 simulado do desafio.





Plano Nacional de Educação voltará a ser discutido, mas setores conservadores dificultam seu avanço


Depois de quatro anos de tramitação no Congresso, o Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado no último dia 6 na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. O PNE estabelece metas para a Educação a serem cumpridas em um período de dez anos, entre elas a erradicação do analfabetismo e a universalização do atendimento escolar e a valorização do magistério. O item mais vistoso, contudo, é a Meta 20, que destina o equivalente a 10% do PIB para a Educação. Atualmente, são investidos cerca de 5,3% do PIB no setor. O PNE, agora, vai à votação no plenário da Câmara e, depois, à sanção da presidenta Dilma Rousseff.

O município de Altaneira vem se mobilizando, através
da Seduc, para a reformulação do PME.
Três destaques aprovados na comissão, no entanto, são polêmicos e devem ser objeto de debates acalorados quando forem votados em plenário. O primeiro diz respeito à adoção de mecanismos de estímulo a escolas com melhor desempenho em indicadores como o Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb), que articula dados sobre aprovação escolar e as notas em provas padronizadas de português e matemática. Entidades do setor alegam que o destaque favorece escolas com melhor desempenho e penaliza as que enfrentam maiores dificuldades financeiras e necessitam de estímulos e investimentos.

O segundo destaque aprovado pela comissão refere-se a uma questão de fundo. O texto originalmente votado na Câmara e apoiado por movimentos sociais e organizações ligadas ao setor defendia o “investimento público em educação pública” quando se trata da destinação dos 10% do PIB. Mas o Senado alterou o texto para “investimento público em educação” e incluiu nos 10% do PIB programas de parcerias público-privadas. A polêmica permaneceu na comissão, que acabou aprovando o destaque no qual foram incluídos no financiamento público o Programa Universidade para Todos (Prouni), Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o Fies e o Ciência sem Fronteiras e mesmo convênios com creches.

O terceiro ponto é ainda mais polêmico, pois embora pareça ser apenas uma questão de linguagem, trata-se, na prática de um problema político seriíssimo. O texto original previa que o PNE deveria implementar “a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. Mas o Senado modificou o texto para “erradicação de todas as formas de discriminação”. O relator, Angelo Vanhoni (PT-PR), acolheu a redação original, mas o destaque foi derrubado na comissão.

Pesou a pressão de grupos conservadores e religiosos, que temem que a diversidade sexual seja discutida em sala de aula, o que obrigaria as crianças “a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural”, segundo a associação católica Pró-Vida, de Anápolis (GO). Setores mais à direita voltaram a agitar o fantasma de uma “ditadura gay”, palavra de ordem durante a famigerada gestão do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Ora, como bem lembrou o deputado Vanhoni, a escola é um espaço privilegiado e o PNE deve estimular o respeito à diversidade. A educação é a melhor forma de erradicar o machismo e os preconceitos que ainda persistem em muitos setores da sociedade, criando uma cultura de tolerância e mostrando que os valores humanos não estão na cor, na orientação sexual ou no gênero. Agora, teremos que lutar no plenário da Câmara pelo texto mais abrangente, mas este é um bom combate!

Mesmo com tais polêmicas, a aprovação do PNE representa um grande avanço na conquista de uma educação pública de qualidade. Em dez anos, deveremos universalizar a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio. A oferta da educação infantil em creches deverá ser ampliada e forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos. Pelo menos 50% das escolas públicas deverão oferecer educação em tempo integral, atendendo 25% dos alunos da educação básica. A escolaridade média da população entre 18 e 29 anos deverá ser elevada apara alcançar o mínimo de 12 anos de estudos. O PNE prevê ainda a valorização dos professores da rede pública, cujo rendimento médio deve ser equiparado aos demais profissionais com escolaridade equivalente.

Veja também:


A análise é de Cláudio Puty e foi publicado originalmente no Congresso em Foco



Inscrições para o SISU começam dia 02 e relação dos cursos já pode ser consultada


O Ministério da Educação informou nesta quarta-feira, 28/05, que os candidatos que pretendem o acesso à educação superior pública por meio do Sistema de Seleção Unificada – SISU já podem consultar a relação de cursos e vagas ofertadas.

Alunos da Escola de Ensino Médio Santa Tereza, em
Altaneira, durante aula prática de Química.
Foto: Profª. Heloisa Bitu.
As inscrições para a edição do SISU neste segundo semestre poderão ser feitas a partir da segunda-feira, 02 (dois) de junho, e se estenderão até as 23h59 da quarta-feira, dia 04 (horário de Brasília), segundo o edital que fora publicado na terça-feira, 27.  Ainda de conformidade com o órgão educacional, cada estudante pode fazer até duas opções de curso e não haverá cobrança de taxa de inscrição.

Este sistema de seleção unificada toma como base as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. A inscrição para a segunda edição de 2014 do Sisu estará restrita ao estudante que tenha participado do exame no ano passado e que não tenha tirado nota zero na redação.

Ao longo do período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas on-line diariamente para consulta. No próprio sistema, o estudante pode vai tirar dúvidas sobre notas de corte, datas das chamadas, período de matrículas nas instituições, resultados e lista de espera.

A primeira chamada será divulgada a partir do dia 06 de junho, com matrículas nos dias 9, 10, 11 e 13. A segunda chamada, prevista para o dia 24, terá matrículas nos dias 27 e 30 de junho, 1º e 2 de julho.

Note-se que a consulta à oferta de vagas e as inscrições serão feitas exclusivamente na página do Sisu na internet a partir desta quarta-feira, 28.