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| Historiadora analisa documentos antigos relativos a processos de pessoas escravizadas em Alagoas, no período colonial. (FOTO | Caio Loureiro | TJAL). |
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| Ana Ruty com sua bebê ao lado do presidente Lula e da ministra da cultura Margareth Menezes. (FOTO | Reprodução). |
Por Alexandre Lucas, Colunista
A Presidenta do Coletivo Camaradas, Ruty Paz, se reúne com presidente Lula Durante a 6° TEIA - Encontro Nacional dos Pontos de Cultura, realizada em Aracruz , Espírito Santo, entre os dias 19 e 24 de maio. O Cultura Viva é a maior política estruturante de cultura de base comunitária do país.
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| Polo de Convivência Pedro Linard Rocha. (FOTO |Reprodução). |
Por Nicolau Neto, editor
Na manhã desta próxima segunda-feira, 25, no Polo de Convivência Pedro Linard Rocha, estudantes, professores (as), representação de movimentos negros, pesquisadores da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e a sociedade civil organizada junto ao poder público do município de Santana do Cariri estarão reunidos visando a realização do I Seminário e Fórum de Igualdade Racial.
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| Janaina Dutra. (FOTO | Reprodução). |
Janaína nasceu em Canindé, no Ceará, em 30/11/1960. Graduou-se em Direito em 1986, na Universidade de Fortaleza (Unifor), e fez história ao ser a primeira trans a ter carteira da OAB. Alvo de homofobia, ainda bem nova Janaína passou a se dedicar à defesa da comunidade LGBTQIA+.
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| Lima Barreto. (FOTO | Reprodução). |
No final do século XIX e no início do século XX, formou-se no campo da literatura uma nova linha de reflexão sobre a realidade brasileira. Esta nova tendência ficou conhecida como Pré-Modernismo. Segundo o crítico e historiador, Alfredo Bosi, pode-se chamar de Pré-Modernismo “tudo o que, nas primeiras décadas do século, problematiza a nossa realidade social e cultural”.
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| Alexandre Lucas. (FOTO | Acervo pessoal). |
O Coletivo Camaradas deve criar as condições para ter, no Território Criativo do Gesso, um laboratório social de organização popular. Para isso, é preciso se vincular, de diversas formas, aos organismos que atuam dentro desse território. O pensamento de um laboratório nos remete à ideia de experienciar, testar, comparar, observar, estudar, compreender processos, nortear a teoria e a prática.
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| Professor Nicolau Neto. (FOTO | Acervo Pessoal). |
Por Nicolau Neto, editor
Falar e escrever que muito antes do surgimento da filosofia grega clássica, o continente africano já produzia importantes reflexões sobre ética, justiça, verdade e convivência humana não é novidade. Os mais recentes livros de filosofia adotados em muitas escolas de ensino médio já trazem essa assertiva. No entanto, a pergunta que fica é: por que mesmo com fartas fontes destacando esse pioneirismo africano em muitas áreas do saber científico, principalmente na Filosofia, as narrativas presentes nos livros ainda dão preferência para as narrativas europeia, a grega, sobretudo? Por que autores (as) de livros mesmo citando que filósofos gregos aprenderam em África o que levaram e ensinaram na Grécia, não desenvolvem esses pensamentos nas páginas da forma como é tratado e escrito sobre Grécia?