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| (FOTO | Instituto Avança Nega). |
7 de junho de 2026
MEC lança protocolo de identificação e resposta ao racismo
5 de fevereiro de 2026
GRUNEC e quilombolas de Salitre defendem junto ao MEC plano de ação
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| (FOTO | Carlos Dias). |
Por Nicolau Neto, editor
O Grupo de Valorização Negra do Cariri (GRUNEC), junto as lideranças quilombolas do município de Salitre-CE e poder público local estiveram em Brasília cumprindo agenda junto a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), órgão do Ministério da Educação (MEC).
24 de julho de 2025
Apagão de livros didáticos no Brasil em 2026; MEC comprará apenas os de português e matemática
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| Apagão de livros didáticos no Brasil em 2026; MEC comprará apenas os de português e matemática. (FOTO | Istockphoto). |
O Brasil pode sofrer um apagão de livros didáticos em 2026. Por falta de verba, o governo Lula (PT) ainda não adquiriu os aproximadamente 240 milhões de exemplares necessários para o próximo ano letivo.
22 de fevereiro de 2025
MEC prorroga prazo para municípios aderirem à política de equidade
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| Estudantes e professores(as) da EEMTI Padre Luís Filgueiras, em Nova Olinda-CE durante evento sobre "Mulheres, Educação e Comunicação Antirracista." (FOTO | Professor Nicolau Neto). |
O prazo para adesão à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) foi adiado. Agora, os 587 municípios que ainda não se cadastraram têm até 14 de março para participar. O objetivo do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), é ampliar o alcance da política e garantir sua efetividade. Ao mesmo tempo, o ministério reforça o compromisso da gestão com a promoção da equidade e das relações étnico-raciais na educação.
2 de outubro de 2024
MEC apurará dados sobre diversidade e inclusão nas escolas
20 de setembro de 2024
MEC anuncia preparação de projeto de lei para proibir celulares em escolas públicas e privadas
4 de setembro de 2024
MEC seleciona educadores para elaborar protocolo de prevenção ao racismo nas escolas
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| Professores(as) da área de Ciências hlHumanas da EEMTI Padre Luís Filgueiras, em Nova Olinda-CE. (FOTO | Luís Tenório). |
17 de junho de 2024
MEC vai avaliar conteúdo sobre história afro-brasileira e indígena em materiais didáticos
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| (FOTO | Marcello Casal Jr | Agência Brasil). |
4 de maio de 2024
MEC anuncia política de combate ao racismo nas escolas
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Ainda que a responsabilidade de enfrentar o racismo seja de
toda a sociedade, a escola pode cumprir um papel importante nesse sentido. (FOTO
| Getty Images). |
O Ministério da Educação (MEC) vai lançar um documento com protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas brasileiras. A iniciativa compõe o desenvolvimento da Política Nacional de Educação para as Relações Étnico-Raciais, que deve ser apresentada no próximo dia 14.
22 de setembro de 2023
MEC envia à Casa Civil PL de alteração do novo ensino médio
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| (FOTO | Reprodução). |
O Ministério da Educação (MEC) acaba de enviar nesta sexta-feira, 22 de setembro, à Casa Civil minuta de Projeto de Lei (PL) que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei nº 13.415/1996. O documento, disponibilizado de forma exclusiva ao Correio Braziliense, recompõe a carga horária destinada à Formação Geral Básica do ensino médio para 2.400 horas, sendo vedada a oferta desses conteúdos de forma remota ou híbrida.
13 de julho de 2023
MEC promove encontro sobre atualização do Plano Nacional de ensino de História e cultura Afro-brasileira
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| (FOTO | Reprodução | MEC). |
Ministério
da Educação (MEC) promoveu na terça-feira, 11 de julho, em Brasília (DF), uma
reunião técnica sobre o tema "Pensar e fazer a educação das relações
Étnico-Raciais (Plano Erer) e Educação Escolar Quilombola".
Participaram da reunião técnica professores, especialistas, autoridades,
representantes da sociedade civil, de comunidades quilombolas e de instituições
que lutam pelos direitos dos negros e contra o racismo.
O
encontro foi realizado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de
Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC e teve como objetivo
analisar os avanços do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes
Curriculares Nacionais para educação das relações Étnico-Raciais (Plano Erer),
além de discutir a respeito das perspectivas para os próximos anos (2023 –
2026) e adaptá-las ao contexto atual.
Na
abertura, a secretária da Secadi, Zara Figueiredo, afirmou que aquele era um
momento muito esperado por todos que estavam participando da reunião, não
apenas do MEC. Ela destacou que a Secadi nunca teve uma pretensão salvacionista
e que estavam presentes na reunião os atores que fundaram, solidificaram e
estruturaram a Secretaria. “A Secadi não
é um lugar para fazer política em escala, mas a Secretaria, a Diretoria de
Educação das Relações Étnico Raciais e de Educação Escolar Quilombola têm uma
função muito importante, que é lidar com o racismo dentro da educação,
traduzido na não aprendizagem, baixa infraestrutura das nossas escolas e baixa
expectativa sobre os nossos estudantes”, comentou.
Quando
falamos em reconstrução da Secadi, estamos falando do compromisso de um governo
com uma pauta. A Secadi, em si, já é uma política de ação afirmativa, é o
anúncio da mensagem de um governo de que é, sim, importante termos ações
afirmativas dentro da política educacional.”
(Zara Figueiredo, secretária de
Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão
do MEC).
A
secretária informou que as políticas serão construídas em parceria com todas as
secretarias do MEC e suas autarquias. “Este
é um pressuposto nosso, ou seja, uma das atribuições da Secadi e das nossas
diretorias é incidir sobre a grande estrutura do MEC e das nossas autarquias. A
gente não lida com racismo na educação, se não for mexendo com a estrutura, e a
estrutura significa basicamente onde estão os currículos, os programas de
formação, as formas de regulamentação e de normatização da educação”,
contou.
Outra
ação da Secadi, afirmou Zara, é pensar em políticas públicas focalizadas com um
bom desenho, monitoramento, locação orçamentária e desenhos avaliativos claros.
“Qualquer política pública para ser
efetiva e responder aquilo para que ela foi pensada, precisa ter participação
social. A gente não constrói uma política sem considerar o público para qual
essa política está direcionada, sobretudo na formulação”, concluiu.
A
diretora de Políticas de Educação Étnico-racial e Educação Escolar Quilombola
da Secadi, Lucimar Rosa Dias, conduziu a reunião. “Todos aqui presentes compõem o que a gente chama de autoridade, no
sentido da autoria de construção de uma política de equidade racial. Não se
constrói uma política sem gente, sem pessoas”, disse.
Também
participaram da mesa a secretária de Regulação e Supervisão da Educação
Superior (Seres), Helena Sampaio; a presidente da Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Mercedes Bustamante; a
coordenadora-geral de Formação de Professores para a Educação das Relações
Étnico-Raciais, Adriana de Cássia Moreira; o coordenador-geral de Educação
Étnico-racial e Educação Quilombola, Eduardo Araújo; o presidente da Fundação
Palmares, João Jorge Rodrigues; a professora Petrolina Beatriz; Flávia Costa e
Silva, além do ex-secretário da Secadi, André Lázaro.
Após
a abertura, a reunião continuou com discussões sobre o Plano Nacional de
Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais Para Educação das Relações
Étnicos Raciais – balanço e perspectivas. Na parte da tarde, foi realizada uma
Oficina de Avaliação do Plano e discussões das metas, com apresentações das
conclusões dos grupos de trabalho.
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Com informações do MEC.
6 de junho de 2023
MEC institui critérios para definir se crianças estão ou não alfabetizadas; o que muda nas escolas?
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| O MEC criou um critério oficial para todos os estados brasileiros sobre o que uma criança de 7 anos precisa saber para ser considerada alfabetizada. (FOTO | Fabiane de Paula). |
Estabelecer
critérios que possam definir se uma criança está ou não alfabetizada,
considerando a realidade dos 5,5 mil municípios brasileiros. Essa foi a tarefa
que o Ministério da Educação (MEC) se propôs no início da nova gestão e, na
semana passada, apresentou o resultado: traçou parâmetros, estruturados em uma
escala de pontuação, que delimitam exatamente o que crianças com 7 anos de
idade precisam atender no Brasil para serem consideradas alfabetizadas. Até
então, o país não tinha esse tipo de referência.
No
Brasil, na relação idade-série, a projeção é que crianças com 7 anos estejam no
2º ano do ensino fundamental, e as normativas educacionais preveem que nos dois
primeiros anos dessa etapa, a ação pedagógica deve ter como foco a
alfabetização. Porém, as avaliações, até então, não definiam especificamente o
que é um estudante alfabetizado.
Agora,
novos critérios foram traçados para delimitar se os estudantes desta etapa
estão ou não alfabetizados. Esse referencial é proveniente da pesquisa
“Alfabetiza Brasil”, realizada pelo MEC e pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com 251 professoras
alfabetizadoras em 206 municípios das cinco regiões brasileiras e com
especialistas, entre abril e maio de 2023.
Dentre as habilidades necessárias para
serem considerados alfabetizados, o MEC estabeleceu que os estudantes precisam:
Ler
pequenos textos, formados por períodos curtos e localizar informações na
superfície textual;
Produzir
inferências básicas com base na articulação entre texto verbal e não verbal,
como em tirinhas e histórias em quadrinhos;
Escrever,
ainda que com desvios ortográficos, textos que circulam na vida cotidiana para
fins de uma comunicação simples como: convidar ou lembrar algo, por exemplo.
Com
isso, a partir de características que definem as habilidades básicas de leitura
e de escrita, o MEC criou um critério oficial para todos os estados brasileiros
sobre o que uma criança de 7 anos precisa saber para ser considerado
alfabetizada.
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Com informações do Diário do Nordeste.
27 de dezembro de 2022
MEC antecipa prazos de inscrições do Sisu, Prouni e Fies
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| Cursinho USP. Foto – Agência Brasil – Rovena Rosa. |
O Ministério da Educação (MEC) antecipou os calendários de inscrições para os primeiros processos seletivos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
A antecipação dos prazos busca alinhar os processos seletivos com os calendários acadêmicos das instituições de ensino públicas e privadas. Segundo a pasta, os editais com o número de vagas serão publicados em janeiro de 2023.
O novo prazo de inscrição para o Sisu é de 16 a 24 de fevereiro de 2023. O resultado será divulgado no dia 28 de fevereiro. Antes, o resultado estava previsto para sair em 7 de março.
As inscrições para o Prouni serão abertas no dia 28 de fevereiro e vão até o dia 3 de março. Já as inscrições para o Fies terão início no dia 7 de março e terminarão no dia 10 do mesmo mês. O número de vagas nos processos seletivos ainda será divulgado.
Em todos os processos seletivos, a classificação é realizada com base na nota obtida na edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2022. Para o Prouni, serão válidas também as notas obtidas no Enem de 2021. Já no Fies, quem concorreu a uma das edições do Enem a partir de 2010 até a mais recente, poderá se inscrever.
As inscrições do Sisu, Prouni e Fies são gratuitas e devem ser feitas no site Acesso Único.
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Com informações do Notícia Preta.
28 de março de 2022
"Cara no fogo": fala de Bolsonaro sobre Milton Ribeiro viraliza; veja repercussão da demissão
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| Bolsonaro troca ministro da Educação pela quarta vez após denúncias de corrupção contra Ribeiro; na foto, o ex-ministro durante posse no Palácio do Planalto - Clauber Cleber Caetano/PR |
Uma fala do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a honestidade do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, que pediu demissão nesta segunda-feira (28), viralizou nas redes sociais.
“Eu boto a minha cara no fogo pelo Milton. Uma covardia o que estão fazendo”, disse o presidente, na última quinta-feira (24), sobre as denúncias sobre a existência de um "gabinete paralelo" formado por pastores lobistas no Ministério da Educação.
“Quando o cara quer armar, ele vai pelado na piscina, para a praia, pro meio do mato, não bota na agenda”, afirmou o presidente, que exigiu provas da corrupção praticada na pasta.
Milton Ribeiro pediu demissão do cargo de ministro com uma carta direcionada ao presidente. Ele admitiu que deixa o cargo em função das denúncias sobre o suposto favorecimento de pastores na distribuição de verbas do ministério.
A demissão
Mais cedo, o Brasil de Fato mostrou que Bolsonaro demitiria Ribeiro por pressão da bancada evangélica no Congresso Nacional. O chefe do Ministério da Educação (MEC) está no centro do escândalo dos pastores lobistas na pasta desde a semana passada.
Na tarde desta segunda-feira, a CNN Brasil e o G1 obtiveram uma versão da carta escrita por Ribeiro a Bolsonaro. Ele diz que a decisão da saída do MEC é um "até breve" e termina o texto com o slogan eleitoral de Bolsonaro: "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos".
Nas redes sociais, o nome de Milton Ribeiro era o terceiro tópico mais comentado do Brasil no Twitter, às 17h. Uma grande parte das publicações relembra a fala de Bolsonaro sobre a honestidade do ministro demissionário.
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Com informações do Brasil de Fato. Clique aqui e veja a repercussão.
5 de maio de 2021
MEC desconsidera pauta racial e prega patriotismo nos livros didáticos
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| (FOTO/ Marcello Casal Jr./ Agência Brasil). |
O Programa Nacional do Livro Didático (PNDL) é responsável pela regulamentação e distribuição de livros didáticos no Brasil. A nova proposta do edital para publicação de livros didáticos até 2023 exige "promoção positiva da imagem do Brasil e da amizade entre os povos", além da "promoção de valores valores cívicos, como respeito, patriotismo, cooperação e honestidade".
13 de abril de 2021
Ministro da Educação demite presidente da Capes e não anuncia novo titular
15 de julho de 2019
MEC publica nota sobre cobrança de mensalidade nas universidades públicas, apaga e se retrata
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| MEC publica nota sobre cobrança de mensalidade nas universidades, apaga e se retrata. (FOTO/Reprodução/Revista Fórum). |
16 de junho de 2019
Campanha do MEC substitui aluna negra por branca ao receber diploma e é causada de racismo
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| Campanha do MEC em que estudante negra é sobreposta por imagens de mulher branca ao ser diplomada na universidade. (FOTO/Reprodução). |
18 de janeiro de 2018
Candidatos que fizeram o ENEM 2017 já podem consultar suas notas
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| (Foto: Agência Brasil). |



















