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| Lula e Bolsonaro são os dois primeiros colocados na corrida eleitoral pela Presidência da República - Agência Brasil | Montagem: Brasil de Fato. |
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| Lula e Bolsonaro são os dois primeiros colocados na corrida eleitoral pela Presidência da República - Agência Brasil | Montagem: Brasil de Fato. |
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| Clauber Cleber Caetano/PR - Reprodução - Mateus Bonomi - Ricardo Stuckert. |
Pesquisa
Datafolha divulgada na noite quinta sexta-feira (15) mostra o ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva (PT, da coligação Brasil da Esperança), à frente da
disputa presidencial novamente com 45% das intenções de voto. O índice é o
mesmo do último levantamento do instituto, divulgado no dia 9. O presidente
Jair Bolsonaro (PL) oscilou para baixo e aparece agora com 33%, depois de chegar
a 34% na mesma comparação.
Excluindo-se
os votos nulos e brancos, Lula mantém os mesmos 48% de votos válidos. Com a
margem de erro da pesquisa, de dois pontos para cima e para baixo, o
ex-presidente segue com chance de ser eleito no primeiro turno. Para isso, é
preciso 50% e mais 1 voto entre os válidos. Neste índice, ele chegou a
registrar 54% em maio.
Em
terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT) subiu um ponto percentual e agora está com 8%.
O ex-governador do Ceará está empatado tecnicamente com Simone Tebet (MDB), que
vem com 5% das intenções de voto, repetindo a marca obtida nos últimos dois
levantamentos Datafolha. Os brancos e nulos voltaram a ser 4%. Indecisos ou não
responderam foram 2%, ante 3% na semana passada.
O
resultado geral na modalidade de de pesquisa estimulada, em que a relação dos
candidato é apresentada ao entrevistado foi:
Lula
(PT): 45% (45% da pesquisa anterior)
Jair
Bolsonaro (PL): 33% (34% na anterior)
Ciro
Gomes (PDT): 8% (foi de 7%)
Simone
Tebet (MDB): 5% (igual semana passada)
Soraya
Thronicke (União Brasil): 2% (ante 1%)
Os
demais candidatos – Pablo Marçal (Pros), Felipe d’Avila (Novo), Vera (PSTU),
Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP) e Padre Kelman
(PTB) – não pontuaram na pesquisa divulgada hoje.
Pesquisa espontânea
Na
pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos
eleitores, Lula registrou crescimento de 2 pontos e marca agora 41% das
intenções de voto. Bolsonaro, por sua vez, também caiu um ponto nesta modalidade,
e foi de 31% para 30%.
Confira
Lula
(PT): 41%
Jair
Bolsonaro (PL): 31%
Ciro
Gomes (PDT): 4%
Simone
Tebet (MDB): 3%
Outros:
3%
Em
branco/nulo/nenhum: 5%
Não
sabe: 15%
Dos
votos válidos nesta modalidade, que é a que mais se assemelha ao dia da
votação, Lula tem 51,2% das intenções. Bolsonaro tem 36,6%, Ciro, 4,8% e Tebet,
3,6%. Todos os demais somados chegam a 3,6%
Segundo turno
Em
um eventual segundo turno, de acordo com o Datafolha, Lula venceria Bolsonaro
com ampla dianteira, caso a votação fosse realizada hoje. O candidato da
coligação Brasil da Esperança receberia 54% dos votos (crescimento de 1 ponto comparado
ao último estudo), enquanto Bolsonaro registra 38% (menos 1 ponto).
Encomendada
pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 5.926 eleitores em 300
cidades e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número
BR-04099/2022.
________
Com informações da RBA.
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| (FOTO | Reprodução | Redes Sociais). |
O
candidato a deputado federal Leonel Brizola Neto (PT-RJ) divulgou vídeo nesta
terça-feira (14) nas redes sociais, convocando os “brizolistas” a votar no candidato da coligação Brasil da Esperança
à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.
Segundo ele, não é questão de “voto útil”,
mas de sobrevivência. “A barbárie foi
longe demais no nosso país”. O avô de quem herdou o nome é fundador do PDT,
partido do também candidato Ciro Gomes.
Brizola
Neto lembrou que, em 2002, o ex-governador (do Rio de Janeiro e do Rio Grande
do Sul) Leonel Brizola, deixou de apoiar Ciro Gomes – então filiado ao PPS
(atual Cidadania) – para endossar o voto em Lula. “Peço aos brizolistas que se lembrem desse gesto de grandeza e novamente
cerrem fileiras ao lado de Lula no primeiro turno. Bolsonaro não pode nem
sequer chegar ao segundo turno”, disse.
Ele
alerta em sua postagem que o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), representa
“o fascismo e a extrema-direita”. “E a irresponsabilidade com o destino do povo
brasileiro cobra um preço muito alto, em sofrimento, aumento da miséria,
desespero e a fome”, afirmou.
Sociopata no poder
Assim
como Brizola Neto, o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo também foi às redes
sociais hoje para declarar-se apoiador da campanha pelo voto útil em Lula no
dia 2 de outubro. Usando linguagem de futebol, o treinador diz que “esse jogo está por terminar”, mas que “pode ser definido no primeiro tempo”.
Também afirma que “não podemos dar nenhuma chance ao adversário”.
“O Brasil tem tudo nas mãos para tirar esse
sociopata do poder, e nós termos um Brasil melhor para frente. E melhor para
frente é com Lula na presidência e Alckmin, como vice. Aí nós vamos ter um
Brasil bem melhor. Brasil contra o sociopata”, acrescentou.
Se não Lula, a destruição
Ontem,
assim como fez o ex-jogador Raí um dia antes, o também ex-jogador e
comentarista Walter Casagrande Jr. fez apelo similar. “Você quer proteger a Amazônia, salvar nossos povos indígenas, acabar
com o ódio na sociedade, tirar as armas das ruas, diminuir a inflação e a fome?”,
questiona em vídeo. “Então você precisa
votar no Lula, porque se não, isso não vai acontecer”, emendou.
_________
Com informações da RBA.
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| (FOTO | Ricardo Stuckert | Reprodução | Página de Lula no Facebook). |
A ex-ministra do Meio Ambiente e candidata a deputada federal Marina Silva (Rede) declarou, nesta segunda-feira (12/9), apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto. Segundo Marina, o reencontro é "político e programático", e ela nunca deixou de estar próxima ao petista na esfera pessoal. A ex-ministra também entregou à campanha de Lula um documento com medidas na área ambiental para o programa de governo.
"Estamos vivendo aqui um reencontro político e programático. Do ponto de vista das nossas relações pessoais, tanto eu quanto o presidente Lula nunca deixamos de estar próximos e de conversar, inclusive em momentos dolorosos de nossa vida", disse Marina ao lado do petista, em coletiva a jornalistas ocorrida no escritório político da campanha de Lula, em São Paulo.
"Eu manifesto meu apoio de forma independente ao candidato, ex-presidente e futuro presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva. Peço a Deus que a gente possa implementar aquilo a que estamos nos comprometendo agora", complementou.
"Reelaborar, repensar o passado"
Seu partido, a Rede Sustentabilidade, já havia declarado apoio oficial ao ex-presidente. Por divergências políticas, porém, a legenda deixou aberta a possibilidade de que suas lideranças partidárias pudessem apoiar outros candidatos. Marina, que já foi do PT e que foi ministra no governo de Lula, se afastou do aliado e fez duras críticas aos governos petistas após a sua saída, inclusive na gestão ambiental.
Questionada por jornalistas sobre as desavenças, Marina respondeu que, em uma democracia, "ninguém precisa abrir mão do exercício da crítica". "Eu fui do PT durante quase 30 anos e, quando faço essa, durante esses 30 anos eu sou parte da crítica", disse a ex-ministra. "Agora nós estamos diante de um quadro que é democracia ou barbárie. Estou partindo do princípio de que tudo isso que está acontecendo é a nossa capacidade de reelaborar, repensar o passado, para construir um novo futuro", completou.
Participaram da coletiva ainda o coordenador do programa de governo Aloizio Mercandante (PT), a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o vice de Lula, Geraldo Alckmin (PSB). Entre as medidas entregues por Marina à campanha está a criação de uma autoridade nacional para o enfrentamento às mudanças climáticas, além do reforço à transição para uma matriz energética sustentável.
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Com informações do Correio Braziliense.
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| Lula rebateu ataques de Bolsonaro e cobrou explicações do presidente sobre compra de imóveis - Reprodução. |
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| (FOTO | Bruno Todeschini | Agencia RBS). |
Por Nicolau Neto, editor
Falta menos de um mês para que a população se dirija às urnas. As eleições de 2022 - volto a dizer - são as mais importantes desde a redemocratização. E é exatamente por isso que precisamos ter muita, muita RESPONSABILIDADE DEMOCRÁTICA e não deixar escapar das nossas mãos o poder de tirarmos no voto aquele que tem de pior na política brasileira: o atual presidente.
Não é responsável da nossa parte deixar passar essa oportunidade já no primeiro turno, visto que no segundo é bem mais desgastante. No segundo, Bolsonaro usará toda a estrutura da máquina pública para ter ser projeto de poder autoritário e falacioso por mais 4 anos. Sem falar do grande risco de ruptura democrática como mais uma vez ele deixou transparecer na vexatória "celebração" do 7 de setembro. As palavras de ordem dele, além das de sempre, foi trazer a tona o período mais sangramento e horrível da História do Brasil: a Ditadura Civil-Militar instituída pelo golpe de 1964. A "História pode se repetir", disse. Um vexame sem precedentes, uma vergonha internacional. Fico só a pensar como a imprensa internacional fará para ditatizar a palavra repetida varais vezes pelo presidente: "imbrochável". Que lástima.
O Brasil precisa já em outubro próximo de um novo presidente: mais sensível às causas humanas e digno do cargo. E não é Ciro Gomes. Não é Simone Tebet. Ambos não possuem a mínima possibilidade de chegar ao segundo turno. Cada voto em um dos dois é desperdiçar a chance de fazer com que Lula - a maior liderança política do Brasil contemporâneo - vença no primeiro turno.
Votar em Lula para derrotar Bolsonaro não é "meio burguês" como disse Ciro. (Veja a declaração aqui). Não. De forma nenhuma. É sim um ato de grandeza. É uma atitude que demonstra zelo com a democracia e com as pautas identitárias (lembra Ciro?). É ainda um gesto de não ficar refém de um projeto individual. No meu caso em específico, estou deixando de lado minhas afinidades ideológicas para que o Brasil não volte às amarras da ditadura. Para que não percamos o que temos de mais precioso: a LIBERDADE.
Pedir que Ciro ou Tebet retirem suas candidaturas não surtirá efeito. Seus projetos pessoais são mais importantes que o risco de rompimento com a democracia. Ciro já tinha o desejo de se candidatar a presidência da república desde 2018 quando perdeu as eleições daquele ano. E de lá para cá não conseguiu um único partido para se juntar ao seu projeto de país. E é seu mesmo mesmo, visto que é um livro e não houve, portanto, colaboração da sociedade nele. É um projeto de país individual. Tentativas de agregar pessoas e partido para o lado do Ciro não faltaram. Mas ele não conseguiu. E não foi por causa de suas ideias, como demonstra em suas entrevistas. Falta ao Ciro humildade para reconhecer que não é seu momento e abrir espaços para que a vitória do Lula seja sacramentada já no dia 2 de outubro. Como ele não fará isso, resta que seus eleitores e eleitoras façam. A democracia agradece.
A Simone Tebet nós já falamos sobre. Votou com Bolsonaro praticamente em todas os itens das reformas que prejudicaram o povo, principalmente os mais pobres.
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| Lula em encontro na Casa Palmeira de Babaçu Dada e Dijé, sede do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu no centro histórico de São Luís. (FOTO | Ricardo Stuckert). |
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou hoje (3) seu compromisso de recriar o Ministério das Mulheres, criar uma pasta assuntos indígenas e de pesca, atualmente no Ministério da Agricultura, e de retomar políticas voltadas à segurança alimentar que beneficiam pequenos produtores, extrativistas e pescadores artesanais. É o caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), extinto pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) em meio ao retorno do Brasil ao Mapa da Fome.
“Vamos recriar o Ministério das Mulheres, criar ministério para cuidar dos povos originários, para cuidar da pesca. Não tem sentido Ministério da Agricultura cuidar da pesca. Vamos também retomar as conferências nacionais e estreitar a participação popular, a democracia”, disse Lula.
O candidato à Presidência da República atendeu assim reivindicação de lideranças de quebradeiras de coco de babaçu, com quem se reuniu na manhã deste sábado na Casa Palmeira de Babaçu Dada e Dijé, sede do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), no centro histórico de São Luís.
Mulheres do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins, que começam a coletar e quebrar coco já aos cinco anos, expuseram a Lula os avanços que alcançaram a partir de seu governo. Entre eles o fomento a formação de cooperativas e abertura de minifábricas para o beneficiamento das amêndos, produzindo azeite, sabão, sabonetes e outros. Falaram da melhoria nas condições de vida, inclusive de entrada de filhos na universidade. E da volta à situação de fome durante o atual governo.
Lula aproveitou para cobrar mais respeito às mulheres
Além da recriação do Ministério das Mulheres, as quebradeiras querem medidas para conter a perseguição e criminalização por fazendeiros, que impedem a entrada das extrativistas. E leis que obrigem um mínimo de 60 palmeiras de babaçu por hectare de pastos e monocultivo de soja que avançam na região. Outro aspecto ambiental envolvido nas reivindicações, diretamente associado ao trabalho das quebradeiras, é a proibição das pulverizações aéreas de agrotóxicos, que contaminam os cocos e toda a roça dos agricultores.
Durante o encontro, Lula e Janja fizeram diversas perguntas sobre a lida para entender mais sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no dia a dia de um trabalho perigoso, que envolve uso de ferramentas de corte. E que na melhor das hipóteses, por ser executado no chão, causa dores em diversas partes do corpo.
“Nosso governo não quer tirar nada de ninguém. Mas queremos que todos tenham o mínimo que é de direito. Nenhuma mulher tem de ser quebradeira de coco a vida inteira. Quem de ter oportunidade de outras coisas e vamos incentivar as cooperativas”, disse o ex-presidente.
Em nome das quebradeiras de coco, Lula aproveitou para valorizar todas as mulheres enquanto puxava a orelha dos homens, inclusive “progressistas de boteco”, que não dividem as tarefas domésticas.
Não há números atualizados sobre quebradeiras de coco. Dados de 2010 apontavam mais de 300 mil distribuídas pelo Maranhão, Para, Piauí e Tocantins.
_______
Com informações da RBA.
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Foto: Ricardo Stuckert/Agência Brasil/Fabiane de Paula/Divulgação |
A
primeira pesquisa Ipec no Ceará para a disputa pela Presidência da República
aponta o ex-presidente Lula (PT) com 58% das intenções de voto. Em segundo
lugar, aparece o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), com 19%. Ciro Gomes,
ex-governador do Ceará, tem 14%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais
para mais ou para menos.
O
levantamento foi encomendado pela TV Verdes Mares e ouviu 1.200 pessoas entre o
dia 29 de agosto e a última quarta-feira (31). As entrevistas foram feitas no
modo presencial em 56 municípios.
A
candidata Simone Tebet (MDB) tem 1% das intenções de voto. Vera Lúcia (PSTU),
Pablo Marçal (Pros), Roberto Jefferson (PTB), Felipe d’Avila (Novo) e Soraya
Thronicke (União) não pontuaram. Os candidatos Constituinte Eymael (DC), Léo
Péricles (UP) e Sofia Manzano (PCB) não foram citados.
Brancos
e nulos representam 4% dos entrevistados. Outros 4% disseram não saber ou não
responderam à pesquisa. O nível de confiabilidade é de 95%.
SE A ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE DA
REPÚBLICA FOSSE HOJE E OS CANDIDATOS FOSSEM ESTES, EM QUEM O(A) SR.(A) VOTARIA?
(ESTIMULADA %):
Lula
(PT): 58%
Jair
Bolsonaro: 19%
Ciro
Gomes (PDT): 14%
Simone
Tebet (MDB): 1%
Vera
Lúcia (PSTU): 0%
Pablo
Marçal (Pros): 0%
Roberto
Jefferson (PTB): 0%
Felipe
d’Avila (Novo): 0%
Soraya
Thronicke (União): 0%
Branco/Nulo:
4%
Não
sabe/Não respondeu: 4%
A
pesquisa capta os primeiros efeitos da campanha eleitoral gratuita no rádio e
na televisão, que começou na última sexta-feira (26). O levantamento foi
realizado pelo instituto Ipec Inteligência e está registrado no Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-05276/2022 e no Tribunal Regional
Eleitoral do Ceará (TRE-CE) sob protocolo CE-08708/2022.
ESPONTÂNEA
Na
pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta os nomes dos
candidatos, Lula (PT) lidera com 54% das intenções de voto. Em seguida,
aparecem Jair Bolsonaro (PL), com 19%, e Ciro Gomes (PDT), com 10%. Simone
Tebet (MDB) foi apontada por 1% dos entrevistados. Felipe d’Ávila (Novo) e Pablo
Marçal (Pros) não pontuaram.
Constituinte
Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB),
Soraya Thronicke (União) e Vera Lúcia (PSTU) não foram citados. Outros nomes
foram mencionados pelos eleitores, mas não chegaram a pontuar. Brancos e nulos
somam 4%. De todos os eleitores ouvidos pela pesquisa, 13% disseram não saber
ou preferiram não opinar.
A
soma dos percentuais pode não totalizar 100% em decorrência de arredondamentos.
________
Com informações do Diário do Nordeste.
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| Ex-presidente segue com larga vantagem em relação a Bolsonaro - Ricardo Stuckert e Agência Brasil. |
A
semana da campanha eleitoral pela Presidência da República foi marcada pela
divulgação de duas novas pesquisas eleitorais de âmbito nacional. A primeira
delas foi na segunda-feira (22), do Instituto FSB, sob encomenda do banco BTG
Pactual. A outra na quinta (25), pelo Atlas Intel, sob encomenda da Arko
Advice.
FSB/BTG: distância oscila na margem de
erro
A
pesquisa do Instituto FSB apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) na liderança da corrida eleitoral pela Presidência da República, com 45%
das intenções de voto.
Na
sequência, apareceu o atual chefe do Executivo e candidato à reeleição, Jair
Bolsonaro (PL), com 36%, que oscilou positivamente em dois pontos percentuais.
Com relação à pesquisa anterior, publicada há sete dias, em 15 de agosto, Lula
se manteve estável. Na ocasião, ele havia subido quatro pontos percentuais (41%
para 45%).
A queda
na diferença entre os dois principais candidatos ao Planalto ocorre dentro da
margem de erro, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A
oscilação ocorre após o início das campanhas eleitorais e a posse de Alexandre
de Moraes como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O
estudo mostra que Ciro Gomes tem 6%, dois pontos a menos do que os 8% da
pesquisa da semana passada. E Simone Tebet (MDB) registrou 3%, oscilação
positiva de um ponto percentual. Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (Pros), cuja
candidatura foi retirada pelo seu partido, somaram 1%.
Os
demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somaram 2%, não sabem ou não
responderam foram 3%.
Na
simulação de segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 52% a 39%, ante 53% a
38% na pesquisa de 15 de agosto. Lula venceria Ciro por 49% a 30% e Simone por
53% a 25%. Ciro bateria Bolsonaro por 47% a 40%. Em um eventual segundo turno
entre Bolsonaro e Simone haveria empate: 42% a 42%.
A
pesquisa foi feita entre sexta-feira (19) e domingo (21) com 2 mil eleitores,
intervalo de confiança de 95%, margem de erro de 2 pontos percentuais e está
registrada no TSE sob o número BR-00244/2022.
Atlas: vantagem está em oito pontos
Uma
pesquisa Atlas Intel/Arko Advice, divulgada na quinta-feira 25, indicou a
liderança de Lula na corrida à Presidência da República com aproximadamente 8
pontos de vantagem sobre Bolsonaro.
O
levantamento seguiu uma metodologia intitulada Atlas Random Digital
Recruitment, ou RDR, segundo a qual os entrevistados são recrutados
organicamente durante a navegação de rotina na web em territórios geolocalizados
em qualquer dispositivo.
Foram
entrevistadas 7.475 pessoas em 2.013 municípios entre 20 e 25 de agosto. A
margem de erro é de um ponto percentual, considerando o nível de confiança de
95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00848/2022.
Primeiro turno:
Lula
(PT): 46,7%
Jair
Bolsonaro (PL): 38,3%
Ciro
Gomes (PDT): 6,4%
Simone
Tebet (MDB): 3,6%
Pablo
Marçal (PROS): 1,5%
Felipe
D’Ávila (Novo): 0,7%
Vera
Lúcia (PSTU): 0,4%
Sofia
Manzano (PCB): 0,2%
Constituinte
Eymael (DC): 0,1%
Léo
Péricles (UP): 0,1%.
Cenários de segundo turno:
Lula
51,8% x 40,8% Bolsonaro
Lula
46,5% x 22,7% Ciro
Ciro
41,5% x 39,8% Bolsonaro
_________
Com informações do Brasil de Fato.
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| Produtos da reforma agrária são cultivados em acampamentos e assentamentos e beneficiados em cooperativas e agroindústrias do MST espalhadas pelo país. (FOTO/ Divulgação). |
Uma
comitiva do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vai até a sede
da Rede Globo, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (26), para entregar uma
cesta de produtos da reforma agrária aos apresentadores do Jornal Nacional
Renata Vasconcellos e William Bonner. A ação ocorre após o MST ser citado
durante a entrevista de ontem (25) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Isso porque Renata questionou se a resistência de setores do agronegócio
a Lula seria em função da relação do PT com os sem-terra. O ex-presidente
rebateu.
“O MST está fazendo uma coisa extraordinária:
está cuidando de produzir”, respondeu Lula. “Não sei se você sabe, o MST, hoje, tem várias cooperativas e o MST é o
maior produtor de arroz orgânico do Brasil. Você tem que visitar uma
cooperativa do MST, Renata. Você vai ver que aquele MST de 30 anos atrás não
existe mais”, acrescentou.
Do
mesmo modo, Marina dos Santos, a Marina do MST, que lidera a comitiva do
movimento que vai até a emissora carioca, comentou o episódio. “Temos que
desmistificar as informações que chegam à sociedade brasileira sobre o MST. E
acreditamos no papel central que cumpre, para isso, uma imprensa livre e
comprometida com o desenvolvimento social.”
As
cestas que os apresentadores do Jornal Nacional vão receber contêm o arroz
orgânico Terra Livre, o suco Monte Vêneto, o café Guaií, um boné do MST, melado
da cooperativa Copavi, açúcar mascavo e uma geleia. Todos os produtos são
comercializados no Armazém do Campo, rede de lojas do MST presente em 14
estados e no Distrito Federal.
O
MST, que tem mais de 38 anos de história, organiza mais de 450 mil famílias
assentadas e 90 mil acampadas. Além disso, conta com 160 cooperativas e 140
agroindústrias espalhadas pelo país.
____________
Com informações da RBA.
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| Lula no Jornal Nacional. (FOTO/ Reprodução). |
Por Nicolau Neto, editor
Linguagem
simples que o agricultor, a agricultora e a senhora ou senhor que está fazendo
o cafezinho consegue entender. Sem rancor, objetivo e com a firmeza de quem já
governou e sabe os caminhos para colocar o Brasil nos trilhos. Preparado.
Respondeu todas as perguntas sem ódio ou ressentimento. Esse foi o Lula no
Jornal Nacional de hoje, 25 de agosto.
Não
lhe perguntaram sobre Educação, Cultura, Pauta Racial, Saúde, dentre outros
temas relevantes. Mas como um líder e um estadista que é, Lula conseguiu
encerrar sua fala com o tema Educação. "Não existe nenhuma experiência de país que ficou rico sem investir em Educação", disse. Até Paulo Freire, o maior educador brasileiro, foi
citado. "A gente tem que juntar os
divergentes para derrotar os antagônicos" foi a citação. Um luxo. Por
fim, concentrou suas críticas em quem deve ser criticado: o atual mandatário. É
ele, o Bolsonaro, que deve ser confrontado atualmente. E Lula sabe disso e
assim agiu.
Como já disse, voto no Lula não por afinidade ideológica. Voto no Lula porque é o único que, neste momento, consegue vencer as algemas do autoritarismo, da demagogia e do risco da falência da democracia. Meu voto ideológico seria no Léo Péricles (UP). Mas neste ano e entendendo a gravidade do momento, Lula tem meu voto já no primeiro turno.
Abaixo você confere as considerações
finais de Lula
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| Última entrevista de Lula ao Jornal Nacional, como candidato à Presidência, ocorreu em 2006. (FOTO/ Reprodução / TV Globo). |
O ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai voltar à bancada do Jornal Nacional, da TV
Globo, na noite desta quinta-feira (25). Há 16 anos, nas eleições de 2006, o
petista participou pela última vez do telejornal da principal emissora de
televisão brasileira.
Na
ocasião, a duração da sabatina era mais curta, de apenas 11 minutos e 30
segundos (com possibilidade de acréscimo de mais de 30 segundos), tempo muito
inferior aos atuais 40 minutos. Como Lula era presidente e, à época, a regra
permitia que a entrevista fosse realizada fora dos estúdios, a sabatina foi no
Palácio da Alvorada.
A
entrevista de Lula, no entanto, ficou quase todo o tempo em um único tema:
corrupção. Os programas sociais, a situação econômica ou a política externa
sequer foram abordados. A maior parte das perguntas foram relativas ao
“Mensalão”, suposto esquema delatado um ano antes pelo então deputado federal e
hoje candidato a presidente Roberto Jefferson (PTB).
O
vídeo do programa está disponível no site da Globo. O Brasil de Fato reproduz,
abaixo, a transcrição da íntegra. A entrevista foi conduzida por William Bonner
e Fátima Bernardes. Atualmente, a apresentadora Renata Vasconcellos é quem
divide a bancada com Bonner.
Além
de Lula, neste ano, o presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro Ciro Gomes
(PDT) e Simone Tebet (MDB) também participam das sabatinas ao vivo. O atual
chefe do Executivo foi o primeiro, na noite desta segunda-feira (22). Ciro é
recebido na terça (23), e Tebet será entrevistada nesta sexta-feira (26).
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Com informações do Brasil de Fato e Rede Brasil Atual. Clique aqui e leia a íntegra da entrevista de Lula de 2006.
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| (FOTO | Ricardo Stuckert). |
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| (FOTO | Ricardo Stuckert). |
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| (FOTO | Marcos Corrêa-PR/Ricardo Stuckert). |
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| Chegada do Pros vai adicionar mais alguns segundos à propaganda de Lula no rádio e na TV. (FOTO |Ricardo Stuckert). |